FC Porto está interessado em Davis Opoku e já terá mesmo visto o OH Leuven rejeitar uma primeira proposta concreta, que passaria por um empréstimo com uma cláusula de opção de compra no valor de cinco milhões de euros.
FC Porto terá referenciado Davis Opoku como uma potencial solução para o lado direito da defesa, na próxima temporada desportiva de 2026/27. A notícia foi adiantada, ao início da tarde desta terça-feira, por Sacha Tavolieri, jornalista belga especializado em questões relacionadas com o mercado de transferências de verão.
A direção liderada por André Villas-Boas ja terá mesmo feito chegar ao OH Leuven (clube com o qual o jogador de 18 anos de idade tem contrato válido até junho de 2028) uma proposta concreta tendo em vista um empréstimo com uma cláusula de opção de compra no valor de cinco milhões de euros.
Esta mesma fonte acrescenta que esta investida terá sido prontamente recusada pelo 11.º classificado da passada edição do campeonato belga, ao mesmo tempo que faz saber, não só que o emblema azul. branco promete voltar à carga, como também que o Feyenoord também tem vindo a acompanhar a jovem promessa com particular atenção.
Davis Opoku completou toda a formação ao serviço do atual clube, tendo-se estreado pela equipa principal a 24 de novembro de 2024. Na altura, tinha apenas 17 anos de idade, quando o treinador belga Hans Somers o lançou para o lugar de Thibault Vlietinck, aos 89 minutos do empate ‘caseiro’ a uma bola com o Union Saint-Gilloise.
Feitas as contas, até ao momento, foi utilizado num total de 25 partidas oficiais pelo OH Leuven, ao cabo das quais somou duas assistências, assim como uma série de boas exibições, que o colocaram na ‘órbita’ de vários clubes do futebol europeu, como é o caso agora noticiado de FC Porto e Feyenoord.
‘Novo FC Porto’ começa a ganhar forma
Pese embora o mercado de transferências de verão só abra oficialmente dentro de, sensivelmente, duas semanas, o FC Porto não perdeu pela demora, e já começou a trabalhar afincadamente no sentido de dar uma ‘cara nova’ ao plantel que deu a última época por terminada com a tão ambicionada conquista do título de campeão nacional.
A direção liderada por André Villas-Boas investiu 1,5 milhões de euros (verba que ainda pode vir a ascender aos dois milhões de euros, mediante o cumprimento de objetivos) na aquisição de João Afonso ao Santa Clara, além de que fez regressar, ao Estádio do Dragão, André Silva, que estava em final de contrato com o Elche.
Em sentido inverso, o grupo de trabalho orientado pelo treinador italiano Francesco Farioli despediu-se de Thiago Silva, Luuk de Jong (que terminaram contrato), Seko Fofana e Terem Moffi (cujos empréstimos, por parte, respetivamente, de Rennes e Nice, chegaram ao fim, sem que tenham sido ativadas as respetivas cláusulas de opção de compra).