Verdes e brancos voltam a entrar em campo esta sexta-feira, dia 27 de fevereiro, com o treinador dos leões já a pensar no Clássico com o Porto
Rui Borges não quer qualquer sinal de relaxamento no Sporting antes do Clássico com o Porto, agendado para terça-feira, dia 3 de março, e encara a receção ao Estoril, marcada para esta sexta-feira, como um dos encontros mais exigentes da temporada.
Mais do que discurso estratégico, trata-se de uma convicção do técnico leonino. O duelo das meias-finais da Taça de Portugal frente aos dragões não será ainda decisivo, uma vez que existe segunda mão no Norte. Já o compromisso da Liga assume caráter determinante na luta pelo título, sobretudo tendo em conta que na jornada seguinte o Sporting se desloca ao terreno do Braga, coincidindo com o jogo entre Benfica e Porto.
Nesse sentido, Rui Borges deverá apostar desde já no melhor onze disponível, sendo expectáveis apenas duas alterações relativamente ao último encontro, podendo surgir nova gestão na partida de terça-feira: estão previstas, para já, as entradas de João Simões e Pote.
Perante este cenário, Rui Borges deverá manter estabilidade no setor defensivo, concentrando eventuais alterações no meio-campo e no trio ofensivo de apoio a Luis Suárez. Desta feita, Hidemasa Morita e Luís Guilherme deverão regressar ao banco de suplentes.
A gestão física torna-se, por isso, fundamental, sem comprometer o rendimento competitivo nem arriscar novas lesões. Zeno Debast, mesmo já recuperado, deverá ser preservado para o clássico. Já Fotis Ioannidis, que regressou frente ao Moreirense, permanece em dúvida, não por lesão, mas por gestão da condição física.